Data da leitura: 19 e 20 de outubro de 2015
O livro começa quando o autor destaca que a América Latina vive um intenso processo de acumulação capitalista e as classes dominantes revoltas e rebeliões e para caracterizar tal os cientistas sociais usam a palavra crise, porém não logram esclarecer claramente o que entendem pelo termo e assim escutamos crise cambial, crise ética e moral, crise econômica entre outras.
Página 15
O autor levanta a hipótese que não vivemos apenas uma profunda crise do capitalismo dependente, mas que está está apenas começando e como acontece nas grandes crises é uma oportunidade para as forças populares, mas não uma garantia de sucesso.
O autor fala que os mecanismos de transformação da acumulação do capital e da dominação política e que no Brasil a classe dominante se inclui na esquerda brasileira ou do que resta dela e há uma tentativa de mostrar que que o caos político que inclusive se apropriou da Presidência da República, o judiciário e o sistema penitenciário não passa de uma crise moral, mas o autor destaca que a crise vai além da crise moral e é uma crise dos mecanismos de acumulação e ele destaca que esta crise não é própria da América Latina, mas que é uma realidade mundial.
Página 16
"A ideologia que sustentava a legitimidade do sistema mundial é incapaz de atender às necessidades de amplas maiorias, tanto dos países centrais como nos países dependentes. O liberalismo, em suas diversas modalidades - mais, ou menos, radicais - tornou-se incapaz de legitimar o contraste mundial evidenciado pela pobreza. Entrou numa profunda crise particularmente aguda quando "venceu" o seu adversário histórico o socialismo realmente existente, ou seja, o socialismo europeu. Contudo, mesmo ferido de morte, o liberalismo ainda possui certa capacidade de sedução, mas só permitida pelo fato de que deve recorrer a rincões cada dia menos atrativos e sedutores de sua origem "luminosa". Enfim a promessa liberal transforma-se em profunda desilusão liberal!"
Página 17
A crise latino-americana atual decorre de pelo menos duas tendências:
O autor destaca que a primeira delas são as transformações na economia mundial que reforçam a tendência do capitalismo mundial de extração de excedentes da periferia ao centro e a segunda é o fortalecimento das empresas transnacionais e o reforça da ação dos estados metropolitanos foram muito evidentes neste sentido de drenar as riquezas produzidas na periferia rumo ao centro e como consequência disso a perda da capacidade das classes dominantes da periferia de lutar pelo excedente. Na medida que os Estados latino-americanos se debilitaram e a grande empresa capitalista nacional sucumbia na concorrência do mercado mundial.
O texto também fala do aumento da pobreza.
Página 18
Aqui o autor fala da resistência, isso é das revoltas, no entanto ele destaca que estas lutas são isoladas sem escala global, regional ou nacional e talvez a única alternativa seja o caso da Venezuela, da Bolívia e do Equador como ensaios de alternativas não consolidadas.
O texto fala que os movimentos operários e sociais se enfraqueceram, pelas dificuldades das décadas anteriores do mesmo
Página 17
A crise latino-americana atual decorre de pelo menos duas tendências:
O autor destaca que a primeira delas são as transformações na economia mundial que reforçam a tendência do capitalismo mundial de extração de excedentes da periferia ao centro e a segunda é o fortalecimento das empresas transnacionais e o reforça da ação dos estados metropolitanos foram muito evidentes neste sentido de drenar as riquezas produzidas na periferia rumo ao centro e como consequência disso a perda da capacidade das classes dominantes da periferia de lutar pelo excedente. Na medida que os Estados latino-americanos se debilitaram e a grande empresa capitalista nacional sucumbia na concorrência do mercado mundial.
O texto também fala do aumento da pobreza.
Página 18
Aqui o autor fala da resistência, isso é das revoltas, no entanto ele destaca que estas lutas são isoladas sem escala global, regional ou nacional e talvez a única alternativa seja o caso da Venezuela, da Bolívia e do Equador como ensaios de alternativas não consolidadas.
O texto fala que os movimentos operários e sociais se enfraqueceram, pelas dificuldades das décadas anteriores do mesmo
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