segunda-feira, 1 de maio de 2017

Capítulo II da história da riqueza do homem

Hoje em dia poucas pessoas abastardas guardam cofres cheios de ouro e prata, quem tem dinheiro não deseja guardá-lo, mas movimentá-lo em busca de um meio lucrativo de investir. Hoje há mil maneiras de se aplicar o capital, na tentativa de se obter mais capital.
Ao inicio da idade média, as portas para aplicar seu capital não estavam abertas aos ricos, eram poucos os que tinham capital para aplicar e os que tinham encontravam pouco emprego para ele. A Igreja tinha seus cofres cheios de ouro e prata, mas era capital estático e não continuamente em movimentação, como as fortunas de hoje. O dinheiro da Igreja não podia ser usado para multiplicar sua riqueza, pois não havia saída para ele. O mesmo acontecia com as fortunas dos nobres.
Mas não se necessitava diariamente de dinheiro para adquirir coisas? Não, poque nada era comprado, praticamente toda a alimentação e vestuário que o povo precisava era obtido no feudo, era uma economia de consumo e cada aldeia, era praticamente auto-suficiente. Se você hoje perguntar quanto foi gasto no seu casaco novo a resposta seria tanto, no entanto, se esta pergunta fosse feita no período feudal a resposta seria eu mesmo fiz.
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